Tudo começou na Universidade de Brasília. Um estudante de Engenharia de Computação, uma estudante de Administração, e a mesma inquietação: por que tanta tecnologia promete e tão pouca resolve o problema de quem a compra?
Daniel seguiu para a engenharia de IA: modelos de linguagem, sistemas de recuperação de informação, agentes autônomos em produção. Julia, para a gestão administrativa e financeira: orçamento, governança, contratos e o hábito de perguntar quanto custa, quanto retorna e quem responde por isso.
Há mais de três anos, passaram a atuar em parceria em projetos de inteligência artificial, dividindo, em cada um, a responsabilidade técnica e a de gestão. Foram anos de aprendizado direto, com clientes de portes e setores diferentes, e a mesma lição em todos eles.
A lição era sempre a mesma. As ferramentas genéricas encantavam na demonstração e falhavam na operação. O que funcionava era o trabalho embarcado no contexto do cliente. E faltava no mercado alguém que unisse profundidade técnica a disciplina de gestão, e tratasse cada projeto como peça única. Foi dessa constatação que a ADA8 foi idealizada.
Em 2026, a ideia virou empresa. O nome carrega a homenagem a Ada Lovelace, a primeira programadora da história, e o 8, o símbolo do infinito em pé: a possibilidade sem fim de reconstruir processos quando a tecnologia é pensada para pessoas.